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LISTA PROVISÓRIA DE CANDIDATOS EM RESERVA DE RECRUTAMENTO PARA O CARGO DE PROFESSOR – 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário, língua alemã

LISTA PROVISÓRIA LISTA DE CANDIDATOS EM RESERVA DE RECRUTAMENTO PARA O CARGO DE PROFESSOR - 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Secundário, língua alemã

Foi homologada a 10 de março 2014 pela Sra. Presidente d’ O Camões, I. P., Dra. Ana Paula Laborinho, a Lista Provisória de Candidatos em Reserva de Recrutamento para o Cargo de Professor sob administração da Coordenação de Ensino na Alemanha.
No âmbito do direito de participação de interessados, os candidatos podem, por escrito, dizer o que se lhes oferecer sobre a lista ordenada dos candidatos, no prazo de dois dias úteis a contar do primeiro dia útil seguinte ao da data de publicitação.
O horário EST08, ao qual dizia respeito este procedimento concursal, não foi provido por não se terem apresentado candidatos com habilitação para o 1º CEB e, simultaneamente, domínio B2 da língua alemã.

Celebração do Protocolo de Cooperação entre o Camões, I.P. e a Universidade de Heidelberg

Foi para nós uma enorme honra e alegria poder celebrar na passada sexta-feira, dia 6 de dezembro, o protocolo de cooperação existente entre o Camões, I.P. e a Universidade de Heidelberg. Esta parceria existe já desde os anos 30 e é inegável o papel que tanto o Leitorado de Português, como o Instituto Luso-Brasileiro têm desempenhado ao fazer desta instituição, reconhecida internacionalmente pela sua imponente tradição e qualidade, uma das mais antigas para os estudos lusófonos em espaço alemão.

Fomos recebidos por um dos Vice-Reitores, Prof. Dr. Óscar Loureda Lamas, linguista galego e responsável naquela instituição pela garantia da qualidade no ensino, que nos falou do grande afeto que nutre pela Língua Portuguesa e demonstrou o seu completo apoio e disponibilidade para fomentar as iniciativas a serem organizadas na Universidade de Heidelberg com vista à promoção da língua portuguesa e das histórias, literaturas e culturas lusófonas.

Este protocolo agora firmado confirma a parceria por mais três anos letivos.

Artigo na Página da Imprensa da Universidade de Heidelberg

Onde se esconde o sol durante o mês de dezembro?

Esta deve ser a pergunta que muitos berlinenses e alemães de toda a parte se colocam durante os meses cinzentos de inverno. Com o título “Wo ist die Sonne im Dezember?”, a revista mobil (edição de dezembro do corrente ano), da Deutsche Bahn esclarece que o sol está… em Portugal! Particularmente nas fantásticas praias e paisagens algarvias:

“An der Algarve, im wumderbaren Süden Portugals! Ein Landstrich mit packenden Kontrasten und zupackenden Menshen. Erst recht im Winter.” (página 37).

Wo ist die SonneClique aqui para ler a matéria completa.

Anulação da matrícula / Pedido de devolução da propina

Conforme previsto nos novos procedimentos de frequência dos cursos de EPE organizados pelo Camões-ICL, podem os Encarregados de Educação solicitar a anulação da matrícula e a devolução da propina durante o primeiro mês a contar do início do ano letivo. Para tal, devem entregar o formulário disponível aqui, devidamente preenchido e com letra legível, ao professor do curso de Português em que se matriculou ou, caso o curso não tenha tido condições para abrir (inexistência de número mínimo de alunos), através de uma das seguintes vias:

  • por e-mail para cepe.alemanha@camoes.mne.pt
  • por correio para:

Coordenação de Ensino Português na Alemanha
Embaixada de Portugal em Berlim
Zimmerstrasse 56
10117 Berlim

Já saiu o programa do X Congresso Alemão de Lusitanistas

LusitanistasVai realizar-se, entre os dias 11 e 14 de setembro, o X Encontro Alemão de Lusitanistas, que conta com o apoio do Camões, ICL e da Embaixada de Portugal em Berlim. Com secções de trabalho que se estendem entre a Linguística, a Didática, a Literatura, os Media, a Tradução e os Estudos Culturais, será o momento de reunir lusófonos e lusófilos na Universidade de Hamburgo.

A conferência plenária de encerramento, intitulada “Imagens do Português Língua de Herança na Alemanha”, estará a cargo de Sílvia Melo Pfeifer e de Alexandra Schmidt. Esta comunicação decorre do projeto “Imagens do (Ensino) Português no Estrangeiro“, desenvolvido entre 2011 e 2013, que contou com a participação dos docentes da Rede de Ensino Português na Alemanha a cargo do Camões, ICL.

Para aceder ao programa global, clique aqui.

 

“Portugal, mon amour” ou a “Gaiola dourada” chega à Alemanha a 29 de agosto

La Cage doréeQuando “Portugal, mon amour” se prepara para estrear na Alemanha, o Público publica uma excelente análise do filme e do seu possível impacto. Reproduzimos o seu conteúdo.

Os emigrantes saíram da gaiola para mostrar o que é a vida normal

Quando se fala de uma vaga jovem de emigração portuguesa, eis um filme que acerta as contas com um imaginário: a aventura emigrante dos anos 60 e 70. A Gaiola Dourada é um sucesso.

Angelina vive em França quase desde sempre. Deixou Barcelos ainda jovem à procura de uma vida melhor para que depois um dia pudesse voltar à sua terra. Mas por lá, nos arredores de Paris, casou-se, também com um emigrante português, e teve um filho; o sonho do regresso ficou adiado. Passou os anos a trabalhar e nunca na vida tinha ido ao cinema. Até Abril. Quando A Gaiola Dourada estreou em França e o filho a presenteou com os bilhetes, nunca imaginando Angelina que sentada naquela sala de cinema se sentisse tão parte daquela história. Ligou para Portugal e não se cansou de falar do filme de Ruben Alves. A sua família em Portugal ainda não viu o filme mas já se identifica com a história. Deve ser este, afinal, um dos grandes motivos do sucesso de A Gaiola Dourada, filme que depois de em França ter sido visto por mais de um milhão de espectadores, em Portugal já soma mais de 150 mil em duas semanas.

Que filme é este que em pleno mês de Agosto, mês de férias e festas, tem levado milhares de pessoas ao cinema? Que Portugal é este que aparece representado? Ou devemos dizer: que França é esta que o filme nos mostra?

Quando Maria (Rita Blanco), uma porteira num bairro rico de Paris, surge no ecrã apressada no início de mais um dia de trabalho, essa mulher poderia ser Angelina. À sua volta todos sabem que todo o tempo disponível é bom para trabalhar mas em Portugal nem imaginam o que Maria, ou Angelina, faz. Não imaginam que aquela emigrante que em Agosto vem de férias visitar a família, durante o ano mal sai de casa para um fim-de-semana algures ou apenas para um jantar num qualquer restaurante. A Angelina foi preciso o filho mostrar-lhe que há vida para além do trabalho e que uma ida ao cinema de vez em quando faz bem. A Maria e ao operário José (Joaquim de Almeida) também foram os filhos Paula (Bárbara Cabrita) e Pedro (Alex Alves Pereira) que os obrigaram a passar uma noite longe do fogão e do sofá.

Humanizar os clichés

“Este é o Portugal dos portugueses em França e até agora ainda não tinha sido mostrado desta forma”, diz ao PÚBLICO Hermano Sanches Ruivo, filho de pais portugueses emigrantes em França. “Esta história é verdadeira e não temos de ter vergonha dela. As pessoas são assim e mesmo nos exageros de Ruben Alves a verdade está lá. Os portugueses dizem asneiras, jogam às cartas e gostam de futebol”, explica o luso-descendente, que é conselheiro na câmara de Paris.

Para Sanches Ruivo, A Gaiola Dourada é a história dos portugueses que trocaram Portugal por França nas décadas de 1960 e 1970. “É preciso que quem está mais longe entenda o que é estar fora e até agora faltava essa compreensão”, continua o luso-descendente, advogado de formação como Paula, a filha de Maria que no filme acaba envolvida com o filho do patrão do pai. “A verdade é que há em Portugal muitos preconceitos, principalmente quando chega esta altura em que os emigrantes vêm de férias. São muitos os que criticam e gozam sem sequer imaginarem a vida que aquelas pessoas levam por lá.”

Mas mais importante, diz Sanches Ruivo, é mostrar aos franceses esta realidade. No filme de Ruben Alves, Maria e José passam os dias a trabalhar, sem nunca terem coragem de dizer não a quem quer que seja. Mas a recompensa, essa, tarda em chegar: o prometido aumento de casa que não acontece ou a promoção há tantos anos desejada e que nunca mais chega. “E não deixa de ser interessante ver a reacção das pessoas quando percebem que podem perder a Maria e o José. De repente dão-lhes tudo o que eles pediram durante anos porque percebem que como estes portugueses dificilmente vão encontrar. E é isto mesmo, estes portugueses mostraram que são bons trabalhadores, que são pessoas de respeito e não há ninguém em França que não goste deles. Podem não ter estudos mas são bons no que fazem”, explica Sanches Ruivo, esperando que A Gaiola Dourada, com todos os clichés e referências que tem, mostre que as gerações seguintes, os filhos destes portugueses, não têm motivos para ter vergonha do passado humilde dos pais – há um momento no filme em que isso acontece com o filho mais novo do casal.

“Nós, os filhos, já não somos portugueses, nascemos aqui, crescemos aqui e por isso adquirimos outras bases que os nossos pais não tinham antes. O Ruben Alves é um exemplo disso, filho exactamente de uma porteira e de um operário, e agora vinga no cinema. Eu cheguei à Câmara de Paris e exemplos assim não faltam”, conta Sanches Ruivo, que acredita que mesmo assim a ligação a Portugal nunca se perde. “São muito poucos aqueles que nunca mais vieram a Portugal.” Mas avisa: “É preciso que Portugal também faça alguma coisa por nós.”

Emmanuelle Afonso, presidente do Observatório dos Luso-Descendentes (OLD), começa por apontar o dedo ao Governo português, que devia investir no ensino da língua fora do país. “Há pessoas que não entendem por que é que os pais entre eles até falam português mas depois com os filhos falam em francês, esquecendo-se que não há nada que os incentive a tal. Se nós, filhos de emigrantes, percebemos e falamos português é porque os nossos pais nos ensinaram”, aponta a responsável, que já viu o filme cinco vezes. “Quanto mais vezes virmos o filme mais lições tiramos, para mim fica a homenagem aos emigrantes que conseguiram dar uma nova vida aos seus filhos que hoje já chegam a cargos de topo”, diz Emmanuelle Afonso, sem querer dar um tom político ao filme. “Mas que é uma ajuda na mudança de mentalidades, disso eu não tenho dúvidas. Até porque durante muito tempo falar da emigração doía e o Ruben Alves consegue com este filme um efeito terapêutico.”

Hermano Sanches Ruivo é da mesma opinião e defende que Portugal só tinha a ganhar se conseguisse seduzir estas gerações mais distantes. “Num momento em que se fala que há cada vez mais pessoas interessadas em aprender o português, não entendo como não existe ainda um programa pensado nesse sentido”, diz o luso-descendente, para quem as comunidades portuguesas deviam ser usadas por Portugal como “trampolins para outros investimentos”.

É por isso que garante que este filme vai ficar na memória. “Principalmente numa altura em que tantos jovens estão novamente a sair de Portugal, não podemos correr o risco de perder a ligação com estes nossos portugueses”, diz.

José Carlos Marques, sociólogo especialista em emigração, destaca que os portugueses que partiram para França naquela época não são os mesmos que partem agora. “Têm outras ambições, procuram outros desafios e por isso quando partem já não é com a ideia de um dia voltar, no fundo os que partem agora são a segunda geração representada no filme”, diz o investigador, para quem o mais importante no trabalho de Ruben Alves foi a maneira como o realizador representou “o estereótipo de forma muito bem conseguida”. “O que vemos ali é o que percorre o nosso imaginário há muitos anos mas acaba com a ideia de que estes portugueses são uns coitadinhos. O que eles fazem ali é viver a sua vida normal.”

Mais informações em: http://www.kino-zeit.de/filme/portugal-mon-amour

Morreu Urbano Tavares Rodrigues [9 de agosto de 2013]

urbano_tavares_rodrigues_jo_o_rodrigues_1_Urbano Tavares Rodrigues, um dos mais prestigiados escritores da segunda metade do século XX em Portugal, morreu esta sexta-feira, 9 de agosto de 2013, no Hospital dos Capuchos, em Lisboa, aos 89 anos.

Urbano Tavares Rodrigues nasceu em Lisboa, a 6 de dezembro de 1923, filho de uma família de grandes proprietários agrícolas de Moura, Alentejo. Frequentou o curso de Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Militante do Partido Comunista Português, Urbano Tavares Rodrigues foi impedido de lecionar em Portugal por razões políticas. Esteve preso em Caxias, tendo acabado por se exilar em França.

Durante o exílio teve oportunidade de conviver com alguns dos maiores intelectuais dos anos 1950. Depois do 25 de abril de 1974, regressou a Portugal. Lecionou na Faculdade de Letras, foi crítico literário e jornalista.

Autor de diversos romances, Urbano Tavares Rodrigues escreveu também em diversas revistas e jornais de renome, como o “Bulletin des Études Portugaises”, a “Colóquio-Letras”, o “Jornal de Letras”, “Vértice”, “Nouvel Observateur”, entre outros. Foi diretor da revista Europa e crítico de teatro nos jornais “O Século” e “Diário de Lisboa”.

O seu último livro, “Escutando o rumor da vida seguido de solidão em brasa”, foi lançado em 2012. Com uma carreira literária de 61 anos, Urbano Tavares Rodrigues recebeu vários galardões literários como o Prémio Ricardo Malheiros com a obra “Uma Pedrada no Charco”, o Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários, o Prémio da Imprensa Cultural, o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.

Notícia publicada em http://www.instituto-camoes.pt/noticias/lingua-e-cultura/morreu-o-escritor-urbano-tavares-rodrigues

Exames de certificação 2013

Camões.LogoVão realizar-se no próximo dia 29 de junho, de acordo com calendário definido para a Europa, os exames de certificação das competências em Português, organizados pelo Camões, Instituto da Cooperação e da Língua.

Os alunos inscritos para os exames A1 e B1 deverão comparecer nos Centros de Exame de Hamburgo ou Estugarda pelas 9h00, munidos de material de escrita e de documento de identificação. O exame deverá iniciar-se pelas 9h30.

Os alunos inscritos para as provas de certificação dos níveis A2, B2 e C1 deverão comparecer nos Centros de Exames pelas 14h00, sendo igualmente necessária a apresentação de um documento de identificação e dos materiais de escrita. O exame terá início às 14h30.

Relembre-se que os exames de certificação são constituídos por tarefas alusivas aos vários domínios linguísticos: compreensão oral, compreensão escrita, expressão escrita, expressão oral e interação verbal.

Na Alemanha, os exames serão realizados em Hamburgo e em Estugarda, nas escolas com os seguintes dados:

Stadtteilschule am Hafen
Neustädter Straße 60
20355 Hamburg

Geschwister-Scholl-Gymnasium
Richard-Schmid-Str. 25
70619 Stuttgart (Sillenbuch)

A Coordenação de Ensino na Alemanha e a Embaixada de Portugal em Berlim desejam o maior sucesso a todos os alunos inscritos.

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