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Congresso comemorativo dos 50 anos da Imigração Portuguesa na Alemanha: “O Passado que se faz Futuro”

logo-50AnosCelebram-se, em 2014, os 50 anos do protocolo bilateral assinado entre a Alemanha e Portugal, que permitiu a entrada de “gastarbeiter” portugueses em território alemão. Para assinalar a efeméride, a Embaixada de Portugal em Berlim, em estreita colaboração com o Consulado-Geral de Portugal em Hamburgo, organiza o congresso “O Passado que se faz Futuro”, a ter lugar no próximo dia 6 de junho (por ocasião simultânea das celebrações oficiais do Dia de Portugal) no Museu Etnográfico de Hamburgo.

São objetivos do congresso “O Passado que se faz Futuro”:

  • celebrar os 50 anos do acordo bilateral Portugal-Alemanha alusivo ao acolhimento de “Gastarbeiter” de Portugal neste país;
  • promover uma reflexão interdisciplinar acerca dos desafios que se colocam à imigração portuguesa para a Alemanha, através da presença de personalidades políticas e académicas portuguesas e alemãs de renome;
  • valorizar o diálogo interdisciplinar, intergeracional, intercultural e plurilingue nas discussões em torno das Comunidades Portuguesas na Alemanha;
  • promover a educação política e cidadã das Comunidades Portuguesas na Alemanha, através de um melhor conhecimento da sua história e dos contextos passados, presentes e futuros em que vive;
  • estimular a visibilidade da Comunidade Portuguesa na Alemanha, promovendo o diálogo Portugal-Alemanha, nomeadamente através de cobertura mediática.

O congresso decorrerá nos espaços do Museu Etnográfico de Hamburgo, espaço desde há muito conhecido das Comunidades Portuguesas naquela cidade, nomeadamente pelo trabalho colaborativo e continuado com membros das Comunidades Portuguesas.

O evento articula-se em dois momentos:

  • 1º momento: manhã (com discursos oficiais de representantes do Governo Português e Alemão e com intervenções de destacadas figuras públicas portuguesas);
  • 2º momento: tarde (com intervenções de académicos renomados em Portugal e na Alemanha e com uma mesa-redonda de encerramento destinada a dar voz direta a membros da Comunidade Portuguesa residente na Alemanha).

A comissão organizadora é constituída por Manuel Silva, Luísa Coelho e Sílvia Melo-Pfeifer. Um evento da Embaixada de Portugal em Berlim, em cooperação com a Landeszentrale für politische Bildung de Hamburg e o Museu Etnológico de Hamburgo, com o apoio do Camões, IP e da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.

Brevemente será publicado, também neste espaço, o programa do congresso.

Facetas da cultura da língua portuguesa / Facetten der portugiesischen Sprachkultur [Hamburgo, 15.11.2013]

O Instituto Camões e o Consulado de Portugal em Hamburgo festejam a cultura da Língua Portuguesa, no dia 15 de novembro na Escola Helmut Schmidt Gymnasium, na Krieterstraße 5, em Wilhelmsburgo.

Facetas da LP Programa:

18h – Abertura do evento pela Sr.ª Cônsul de Hamburg, Dra. Luísa Pais Lowe, e pelos diretores das Escolas Helmut- Schmidt Gymnasium Volker Clasing  e Jan Baier, Stadtteilschule am Hafen.

  • Boas-vindas musicais bilingues
  • História do fado por Simão e Dalila
  • Fado
  • “Sou aquilo que escrevo e imagino „Textos
  • Exposição dos esboços de Stella Heinrich e quadros do pintor Renato Araújo.
  • A Língua Portuguesa está na moda” com trabalhos de Raquel Marciano
  •  Sabores lusófonos no mundo
  • Convívio / Fado

21h– Encerramento

Apresentação: Inês Filipa      

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Das Institut  Camões und das portugiesische Konsulat  in Hamburg,  feiern am  15.11. die portugiesische Sprachkultur  in dem  Helmut -Schmidt Gymnasium, Krieterstraße 5, in Wilhelmsburg

Programm:

18Uhr – Eröffnung  der Veranstaltung durch Frau Dr.  Luísa Pais Lowe und durch die Schulleiter  Volker  Clasing, Helmut- Schmidt Gymnasium   u. sowie   Jan Baier, Stadtteilschule  am Hafen.

  • Musikalische bilinguale Willkommensgrüße
  • Fado.  Die Geschichte   mit   Simão  und  Dalila
  • Fado- Gesangsdarbietung
  • Aufsätze- „ ich bin das was ich schreibe und mir vorstelle
  • Ausstellung der Skizzen von der Schülerin  Stella Heinrich  und des Malers   Renato Araújo
  • „Die portugiesische Sprache ist in Mode gekommen“ mit   Raquel Marciano
  • Kostproben aus der lusophonischen Welt
  • Fado

 21Uhr- Ofizielles Ende der Veranstaltung

Moderation : Inês Filipa                                                                                                                                                                                 

                                                                                                                                                                            

Plano de incentivo à leitura no Ensino Português no Estrangeiro

Plano de incentivo á leituraO Plano de Incentivo à Leitura no EPE pretende contribuir para a difusão da língua e da cultura portuguesas recorrendo para tal, como veículo mais adequado, à sua literatura e às literaturas que se expressam em português, através de ações de incentivo à leitura de obras de autores nativos ou de língua portuguesa.

Objetivos do Plano de Incentivo à Leitura – EPE

  • Promover a literacia e estimular hábitos de leitura autónoma.
  • Desenvolver competências de compreensão leitora através da leitura de obras literárias.
  • Desenvolver práticas regulares de leitura de modo a estimular o gosto pela literatura portuguesa e de língua portuguesa junto dos alunos dos ensinos básico e secundário do EPE e das comunidades em que se inserem.
  • Dar a conhecer autores e obras do universo da literatura de raiz e de expressão portuguesas de modo a aprofundar e a enriquecer o conhecimento da língua e cultura em que se inscrevem.
  • Fomentar um maior sentido de pertença à língua portuguesa, atribuindo significado e valor ao que de mais relevante e inovador se manifesta nas literaturas que nela se expressam;

O documento, consultável aqui, apresenta sugestões de ações e de atividades de leitura em casa, na comunidade e na escola.

Quer acompanhar o seu filho nas aprendizagens de Português?

Camões.LogoPara ajudar os pais e encarregados de educação na sua tarefa de acompanhamento das aprendizagens dos seus filhos, nas aulas de Português a cargo do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, este instituto criou programas específicos para os diferentes níveis de proficiência:

O objetivo é o de estimular a cooperação dos pais e encarregados de educação no processo de ensino-aprendizagem e de favorecer o diálogo, em Português, entre pais e filhos, essencial na aquisição da língua. Para além dos conteúdos programáticos, é sugerida uma vasta e rica listagem de livros adequados a cada nível de proficiência linguística, de forma a promover o gosto pela leitura… e quem sabe, pela escrita criativa.

Novo período de inscrições – ano letivo 2013/2014

Camões.LogoInformamos que o formulário online para inscrições nos cursos da rede EPE será aberto de 20 de setembro a 6 de outubro, para novas inscrições no ano letivo 2013/14, em http://epe.instituto-camoes.pt/inscricao.

Relembramos que as inscrições EPE para o ano letivo 2013/2014 se dirigem aos alunos que frequentam cursos extracurriculares de LCP e deverão ser acompanhadas do pagamento de propina no valor de 100 Euros para coordenadas bancárias desta coordenação de ensino:

  • Nome do Banco: Commerzbank
  • Titular da Conta: Embaixada de Portugal / Coordenação de Ensino
  • Número de conta: 778 0000 01
  • Bankleitzahl: 500 400 00

Deverão ser colocados no “Verwendungszweck” os dados relativos ao aluno (nome e/ou número de aluno).

O comprovativo de várias situações de redução do valor da taxa de frequência e comprovativo do pagamento deverão ser enviadas para a Coordenação de Ensino até ao dia 28 de abril. De acordo com a Portaria nº 102/2013 de 11 de março (consultar aqui), as reduções previstas são as seguintes:

  • dois encarregados de educação desempregados: 20,00€ por educando;
  • um encarregado de educação desempregado: 60,00 € por educando;
  • encarregado de educação com 2 educandos inscritos: 80,00€ por educando;
  • encarregado de educação com 3 ou mais educandos inscritos: 75,00€ por educando;
  • encarregado de educação de família monoparental: 80,00€ .

 

Anulação da matrícula / Pedido de devolução da propina

Conforme previsto nos novos procedimentos de frequência dos cursos de EPE organizados pelo Camões-ICL, podem os Encarregados de Educação solicitar a anulação da matrícula e a devolução da propina durante o primeiro mês a contar do início do ano letivo. Para tal, devem entregar o formulário disponível aqui, devidamente preenchido e com letra legível, ao professor do curso de Português em que se matriculou ou, caso o curso não tenha tido condições para abrir (inexistência de número mínimo de alunos), através de uma das seguintes vias:

  • por e-mail para cepe.alemanha@camoes.mne.pt
  • por correio para:

Coordenação de Ensino Português na Alemanha
Embaixada de Portugal em Berlim
Zimmerstrasse 56
10117 Berlim

“Portugal, mon amour” ou a “Gaiola dourada” chega à Alemanha a 29 de agosto

La Cage doréeQuando “Portugal, mon amour” se prepara para estrear na Alemanha, o Público publica uma excelente análise do filme e do seu possível impacto. Reproduzimos o seu conteúdo.

Os emigrantes saíram da gaiola para mostrar o que é a vida normal

Quando se fala de uma vaga jovem de emigração portuguesa, eis um filme que acerta as contas com um imaginário: a aventura emigrante dos anos 60 e 70. A Gaiola Dourada é um sucesso.

Angelina vive em França quase desde sempre. Deixou Barcelos ainda jovem à procura de uma vida melhor para que depois um dia pudesse voltar à sua terra. Mas por lá, nos arredores de Paris, casou-se, também com um emigrante português, e teve um filho; o sonho do regresso ficou adiado. Passou os anos a trabalhar e nunca na vida tinha ido ao cinema. Até Abril. Quando A Gaiola Dourada estreou em França e o filho a presenteou com os bilhetes, nunca imaginando Angelina que sentada naquela sala de cinema se sentisse tão parte daquela história. Ligou para Portugal e não se cansou de falar do filme de Ruben Alves. A sua família em Portugal ainda não viu o filme mas já se identifica com a história. Deve ser este, afinal, um dos grandes motivos do sucesso de A Gaiola Dourada, filme que depois de em França ter sido visto por mais de um milhão de espectadores, em Portugal já soma mais de 150 mil em duas semanas.

Que filme é este que em pleno mês de Agosto, mês de férias e festas, tem levado milhares de pessoas ao cinema? Que Portugal é este que aparece representado? Ou devemos dizer: que França é esta que o filme nos mostra?

Quando Maria (Rita Blanco), uma porteira num bairro rico de Paris, surge no ecrã apressada no início de mais um dia de trabalho, essa mulher poderia ser Angelina. À sua volta todos sabem que todo o tempo disponível é bom para trabalhar mas em Portugal nem imaginam o que Maria, ou Angelina, faz. Não imaginam que aquela emigrante que em Agosto vem de férias visitar a família, durante o ano mal sai de casa para um fim-de-semana algures ou apenas para um jantar num qualquer restaurante. A Angelina foi preciso o filho mostrar-lhe que há vida para além do trabalho e que uma ida ao cinema de vez em quando faz bem. A Maria e ao operário José (Joaquim de Almeida) também foram os filhos Paula (Bárbara Cabrita) e Pedro (Alex Alves Pereira) que os obrigaram a passar uma noite longe do fogão e do sofá.

Humanizar os clichés

“Este é o Portugal dos portugueses em França e até agora ainda não tinha sido mostrado desta forma”, diz ao PÚBLICO Hermano Sanches Ruivo, filho de pais portugueses emigrantes em França. “Esta história é verdadeira e não temos de ter vergonha dela. As pessoas são assim e mesmo nos exageros de Ruben Alves a verdade está lá. Os portugueses dizem asneiras, jogam às cartas e gostam de futebol”, explica o luso-descendente, que é conselheiro na câmara de Paris.

Para Sanches Ruivo, A Gaiola Dourada é a história dos portugueses que trocaram Portugal por França nas décadas de 1960 e 1970. “É preciso que quem está mais longe entenda o que é estar fora e até agora faltava essa compreensão”, continua o luso-descendente, advogado de formação como Paula, a filha de Maria que no filme acaba envolvida com o filho do patrão do pai. “A verdade é que há em Portugal muitos preconceitos, principalmente quando chega esta altura em que os emigrantes vêm de férias. São muitos os que criticam e gozam sem sequer imaginarem a vida que aquelas pessoas levam por lá.”

Mas mais importante, diz Sanches Ruivo, é mostrar aos franceses esta realidade. No filme de Ruben Alves, Maria e José passam os dias a trabalhar, sem nunca terem coragem de dizer não a quem quer que seja. Mas a recompensa, essa, tarda em chegar: o prometido aumento de casa que não acontece ou a promoção há tantos anos desejada e que nunca mais chega. “E não deixa de ser interessante ver a reacção das pessoas quando percebem que podem perder a Maria e o José. De repente dão-lhes tudo o que eles pediram durante anos porque percebem que como estes portugueses dificilmente vão encontrar. E é isto mesmo, estes portugueses mostraram que são bons trabalhadores, que são pessoas de respeito e não há ninguém em França que não goste deles. Podem não ter estudos mas são bons no que fazem”, explica Sanches Ruivo, esperando que A Gaiola Dourada, com todos os clichés e referências que tem, mostre que as gerações seguintes, os filhos destes portugueses, não têm motivos para ter vergonha do passado humilde dos pais – há um momento no filme em que isso acontece com o filho mais novo do casal.

“Nós, os filhos, já não somos portugueses, nascemos aqui, crescemos aqui e por isso adquirimos outras bases que os nossos pais não tinham antes. O Ruben Alves é um exemplo disso, filho exactamente de uma porteira e de um operário, e agora vinga no cinema. Eu cheguei à Câmara de Paris e exemplos assim não faltam”, conta Sanches Ruivo, que acredita que mesmo assim a ligação a Portugal nunca se perde. “São muito poucos aqueles que nunca mais vieram a Portugal.” Mas avisa: “É preciso que Portugal também faça alguma coisa por nós.”

Emmanuelle Afonso, presidente do Observatório dos Luso-Descendentes (OLD), começa por apontar o dedo ao Governo português, que devia investir no ensino da língua fora do país. “Há pessoas que não entendem por que é que os pais entre eles até falam português mas depois com os filhos falam em francês, esquecendo-se que não há nada que os incentive a tal. Se nós, filhos de emigrantes, percebemos e falamos português é porque os nossos pais nos ensinaram”, aponta a responsável, que já viu o filme cinco vezes. “Quanto mais vezes virmos o filme mais lições tiramos, para mim fica a homenagem aos emigrantes que conseguiram dar uma nova vida aos seus filhos que hoje já chegam a cargos de topo”, diz Emmanuelle Afonso, sem querer dar um tom político ao filme. “Mas que é uma ajuda na mudança de mentalidades, disso eu não tenho dúvidas. Até porque durante muito tempo falar da emigração doía e o Ruben Alves consegue com este filme um efeito terapêutico.”

Hermano Sanches Ruivo é da mesma opinião e defende que Portugal só tinha a ganhar se conseguisse seduzir estas gerações mais distantes. “Num momento em que se fala que há cada vez mais pessoas interessadas em aprender o português, não entendo como não existe ainda um programa pensado nesse sentido”, diz o luso-descendente, para quem as comunidades portuguesas deviam ser usadas por Portugal como “trampolins para outros investimentos”.

É por isso que garante que este filme vai ficar na memória. “Principalmente numa altura em que tantos jovens estão novamente a sair de Portugal, não podemos correr o risco de perder a ligação com estes nossos portugueses”, diz.

José Carlos Marques, sociólogo especialista em emigração, destaca que os portugueses que partiram para França naquela época não são os mesmos que partem agora. “Têm outras ambições, procuram outros desafios e por isso quando partem já não é com a ideia de um dia voltar, no fundo os que partem agora são a segunda geração representada no filme”, diz o investigador, para quem o mais importante no trabalho de Ruben Alves foi a maneira como o realizador representou “o estereótipo de forma muito bem conseguida”. “O que vemos ali é o que percorre o nosso imaginário há muitos anos mas acaba com a ideia de que estes portugueses são uns coitadinhos. O que eles fazem ali é viver a sua vida normal.”

Mais informações em: http://www.kino-zeit.de/filme/portugal-mon-amour

“(Re)descobrir Portugal” em NRW: fotografias da exposição

Cartaz A3A exposição (Re)descobrir Portugal está patente ao público no Consulado Geral de Portugal em Düsseldorf, até ao dia 26 de julho.

A exposição foi organizada pelas professoras Fátima Silva, Catarina Lourenço, Joana Andrade e Marla Andrade, e mostra um conjunto de trabalhos sobre o Portugal histórico e contemporâneo, feitos pelos alunos dos cursos EPE nas cidades de Gütersloh, Essen, Iserlohn, Krefeld, Lohmar, Niederdollendorf, Eschweiler, Euskirchen, Jülich e Düren.

Os alunos trabalharam diferentes temas, tais como: paisagens, gastronomia, artesanato, desenhos de Portugal e de algumas cidades portuguesas, marcas conhecidas, emigração, danças tradicionais, futebol e outros desportos, os descobrimentos e o poeta Luís Vaz de Camões. Também trabalharam a construção de frases a partir de: “Eu gosto de aprender português, porque…” e “Eu gosto de ir a Portugal, porque…” “Dicas de sítios para serem visitados em Lisboa”.

Fotografias: Fátima Silva
Montagem: Catarina Lourenço

Jardins de Infância de língua portuguesa em Berlim

Casa Azul – Maison Bleu
Jardim infantil bilíngue com as variantes
português-alemão e francês-alemão
Deutsch-Französische & Deutsch-Portugiesische Kita
Reinhardtstraße 31
10117 Berlin
Tel: (030) 2408 3164
Fax: (030) 8596 3491
Email: casa-azul@gmx.de
Site: http://www.eukita.de/index2.php

Cavalo-Marinho
Jardim infantil bilíngue português-alemão
Deutsch-Portugiesische Kita
Anklamer Str.46
10115 Berlim
Contacto/Ansprechpartner/in:
Teresa Paripovic (Diretora/Leiterin)
Tel: (030) 4849 1840
Fax: (030) 4849 1 40
Email: Teresa@Paripovic.de

Primavera
Jardim infantil bilíngue português-alemão
Deutsch-Brasilianische Kita
Glasgower Str. 25
13349 Berlin Wedding
Contacto/Ansprechpartner/in:
Paul Neumann
Tel.: 030-60944034
Email:kitaprimavera@gmail.com